Transformar a Política Nacional de Saúde Bucal em política de Estado, e não de Governo, é uma necessidade para a população brasileira e para a Odontologia

O senador Humberto Costa (PT/PE), ex-ministro da Saúde (2003 a 2005), dará publicidade, durante o 35º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo – CIOSP, que acontece na Capital paulista entre 1 e 4 de fevereiro, aos detalhes sobre o projeto de sua autoria que transforma a Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente em política de Estado.  Esse projeto vem ao encontro do pensamento da Federação Interestadual dos Odontologistas (FIO), que há anos elegeu a luta por uma Política Nacional de Saúde Bucal como política de Estado como uma de suas prioridades.

Para isso, a FIO vem trabalhando incessantemente, desde que a PNSB foi criada, ainda no Governo Lula, junto a ministros, coordenadores e parlamentares. Inclusive com o próprio senador Humberto Costa, sob cuja gestão no Ministério da Saúde foi criado o programa. A Federação Interestadual dos Odontologistas já encaminhou para o senador uma série de contribuições solicitando que fossem incluídas no projeto.

O projeto é de extrema importância para a Odontologia brasileira e para a sociedade e o apoio das entidades odontológicas e de cada cirurgião-dentista em particular é fundamental para que a proposta do senador se concretize.

A Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente é considerado o maior programa de saúde bucal do mundo. Foi a primeira vez que uma política de saúde bucal pública foi tratada como prioridade dentro das políticas de saúde pública no país. O Brasil Sorridente conta, hoje, com mais de 24 mil equipes de saúde bucal na Estratégia de Saúde da Família (ESF) espalhadas em 5,1 mil municípios brasileiros.

As ameaças que o Sistema Único de Saúde vem sofrendo desde que Ricardo Barros assumiu o Ministério da Saúde e a instabilidade do cargo de Coordenador Nacional de Saúde Bucal, tão importante, geram o temor de que, se não for transformado em política de Estado, o Brasil Sorridente poderá sofrer violento revés, com consequências graves para a população brasileira.

Em 31-janeiro-2017

Paulo Passos

Jornalista/FIO

 

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